Thursday, November 01, 2007

Vamos combinar assim...




Vamos combinar assim, você resolve sua vida, termina as coisas inacabadas, continua cultivando tudo da forma que você tem feito e coloca esse sorriso no rosto só pra mim. Em troca, sem medo, eu deixo você me conhecer de verdade, te mostro todas as minhas manias, faço cafuné quando você tiver cansado e prometo ser paciente no trânsito, mesmo com todas suas manias.

Te ensino ouvir sertanejo, tomar cozumel, falar mais besteira e comer batata frita com muito parmesão e catchup. Enquanto eu te abraço, me ensine o refrão daquelas músicas que eu quase não ouço, me dê um beijo bem vagaroso com gosto de Havanna, morda meu pescoço e me deixe dormir com o rosto todo irritado.

Ande comigo pela Paulista sem rumo, me leve pra passear no Ibirapuera, me deite no seu colo, me faça cafuné e conte como foi sua semana, mesmo eu já sabendo, mas, por favor, não me compare aos seus ex-romances, mesmo que sejam pra enaltecer alguma coisa que eu faça.

Tentarei te ver sempre que puder, mesmo que tenha que ir de bicicleta, só pra falar um oi, sentir seu cheiro no abraço, encher a boca de água com vontade de te beijar e voltar pra casa pensando em você. Mas pra isso, me faça sentir seguro, especial, confiante e com vontade de sempre querer isso mais e mais.

Isso tudo é muito simples, se for resolvido rápido, o gosto da cereja não vai amargar e tudo vai seguir gostoso, da forma que você sempre quis.


Warley Vieira

*Ao som de Feist - 1 2 3 4

Tuesday, October 30, 2007

Rise Up




Achei que tinha muito ainda para escrever, falar, contar, mas cansei.

Cansei de deixar tudo nos conformes, cansei de colocar a crase no lugar certo, cansei das duas colheres de chocolate para 1 xícara de leite, cansei da pipoca com manteiga, do meio litro de coca-cola light e os dois mentos para acompanhar o filme. Não vou mais perder noites de sono pensando nas viagens, fazendo planos. Não vou mais me molhar na chuva tentando estabelecer um canal de comunicação com você. Não vou mais me torturar pensando no que você está pensando, no momento em que eu estou pensando em você. Não vou, chega!

Quero uma aventura com gosto de cereja, daquelas bem enjoativas, que fica com o cheiro na mão. Quero uma história bem mais emocionante, diferente destas que tenho vivido. Quero sair pelado na rua pra comprar flores, correr na chuva, mas desta vez para brindar o novo encontro com os amigos. Quero acordar de madrugada no clímax do sonho com o celular gritando com mensagens e ligações perdidas. Quero viver, quero voar. Quero sair sem medo de ser feliz. Quero gritar bêbado na rua, quero pegar o copo, abrir o teto e cantar "My dream is to fly over the rainbow so high..."
Quero enfiar os dois pés na jaca, quero pegar o pé na bunda, o pé na lama, o pé-de-moleque, e me manter em pé, caminhando na direção certa, como sempre fiz e vou continuar fazendo.
Quero manter os pés no chão e a cabeça nas nuvens, voando pra onde o vento me levar, pra onde meu sonhos puderem alcançar. Sem limites, sem rédeas, sem explicações.
E eu que achei que tinha tanto pra falar percebo, agora, que já falei demais. Então, abro meus olhos e meus ouvidos para ouvir três coisas que a vida tem a me dizer: as histórias duram o tempo exato que tem pra durar. Felizes para sempre dura o tempo de um segundo. E que eu tenho muitos segundos pra viver.

Warley Vieira

Saturday, September 15, 2007

Não deixe de sentir

Ela tem esse poder, consegue trazer à memória todas as sensações que senti aquela noite. Cada nota no piano é um flash diferente que chega à cabeça e volta ao coração. Naquele dia não havia lágrimas, os sentimentos eram outros e minha única vontade era pegar o carro e correr pra te dar um abraço bem gostoso.
Agora, o piano nervoso fecha meus olhos, me abraça bem forte e sinto sua mão pequena passeando pelo cabelo, sua voz no ouvido me acalmando e as palavras doces me embalando nos desejos mais secretos. Os versos que doeram pra sair presentearam meus ouvidos como a mais pura música, me envolvendo ainda mais naquele momento mágico, que consigo reviver agora.
As oscilações da melodia se intercalam com a respiração e o mar de pensamentos bons. É incrível como, aqui dentro, os pensamentos vão e vem dessa forma. É mágico! Ficaria por um bom tempo viajando nisso, passaria horas ouvindo o som do seu coração através desta música. Posso sentir todos os desejos daqueles dias, vejo seu medo através dos dós, mis e fás; incansavelmente curtiria por horas, dias, como se nada no mundo, nem ninguém, pudesse me tirar isso. Dessa forma, cada momento materializa-se, torna-se único.
Quinze vezes foram suficientes para poder relembrar dois curtíssimos anos ao seu lado. Há quem diz que me torturo, mas longe disso, foi a forma que encontrei para lidar com meus sentimentos. Já se passaram seis meses de saudade, semanas maravilhosas, algumas experiências mal sucedidas, muitas lágrimas mal amparadas e desejos não realizados. As coisas já não machucam tanto como no primeiro dia, por isso, é bom reviver e lembrar o lado bom de tudo para conservar o que alimentamos e moldamos cuidadosamente juntos.
Já achei meu equilíbrio. Algumas coisas doem e vão doer, algumas palavras ainda vão soar muito estranhas aos meus ouvidos que se acostumaram com as doces, e o corpo vai sentir pra sempre a falta da sua mão que o afagou nos melhores e piores momentos da minha vida. Mas assim vou caminhando, talvez um pouco sem graça ou um tanto sem encaixe, mas não mais sem a vontade de viver. Com calma e muita cautela vou seguindo meu caminho longe do seu, mas com o pensamento sempre perto do seu coração. Cada vez que um pedacinho seu tentar se esconder vou fazer questão de colocar os fones, aumentar o volume, fechar meus olhos e sentir você bem perto, como agora.
Isso não é coisa de neurótico apaixonado, você sabe que não. É o mais puro amor, que não quero e não pretendo esquecer.

Warley Vieira

Tuesday, August 28, 2007

Você pode ser feliz


As palavras ainda não me encontraram totalmente, ando pensando bastante para que as coisas se transformem nestes caracteres, que após lidos me trarão a desejada sensação de desabafo, como a do almoço com o amigo, que você encontra para chorar as pitangas. Você reclama de cá, ele te sacode de lá, suspira, bate, ouve, apanha e vai levando aquele papo bom até que os dois sintam-se aliviados e cheguem em um comum acordo.

Por incrível que pareca tudo está indo de forma bem prazerosa, devagar vou descobrindo coisas novas na vida - confesso que às vezes algumas coisas parecem estranhas, mas o fim de tudo também foi estranho. Eu não estava feliz o dia em que te vi partir, mas agora, você pode até ser feliz que não vou ser o primeiro a saber. É muito cedo para sentir tudo isso e lembrarmos de como nós éramos
?

Ah, Dessa vez tudo foi diferente, minha tese foi por água abaixo, os estágios que sempre defendi (sofrimento, raiva, posse, pena e indiferença) necessariamente nesta ordem se
misturaram. Uma zona só!

Talvez a maturidade tenha modificado tudo que um dia foi óbvio e, por isso, não acho tarde para repensar muitas coisas. Então, faça tudo que você sempre quis e, mesmo que minhas coisas ainda cheirem você, você não tem mais nada para te segurar de volta, aproveite sua nova vida e não pense, faça.

Agora, mais do que você, eu quero te ver ir, porque descobri que um dia, você pode ser feliz e eu não saberei -não por agora. Mais do que nunca, aproveite seu momento, porque estou indo tirar uma gloriosa mordida do mundo inteiro!

Warley Vieira

Wednesday, August 22, 2007

Untitled

E a vida continua, com menos sentido, a única certeza é que tudo desaparece quando as lágrimas tomam conta.

Warley Vieira

Monday, August 20, 2007

That's It!



As coisas sempre são ditas lentamente, aquele desejo replicante, suave melodia subliminar, nó nas idéias e o aperto que você evita; mesmo assim lutaria, não o faria, realizá-lo seria uma das maiores dores.
Seu desejo já estava como com um post-it esperando para ser cumprido ou deixado de lado, e assim foi.
Ainda vejo em mim fragmentos de momentos bons, de um tempo intenso, muitos sonhos que ainda poderiam se realizar e uma vontade enorme de continuar, talvez por isso eu não entenda a sua decisão.
Agora,
desenhando com palavras e ouvindo o que você já havia escancarado sutilmente eu abstraio toda (ou parte) da dor.
That's it, Good Luck!

Vanessa da Mata & Ben Harper - Boa sorte, Goog Luck

Warley Vieira

Wednesday, August 08, 2007

Esse tal desapego



O novo nunca foi tão desejado como vem sendo nestes dias, minha noite foi curtíssima e mal esperou para terminar. Ás nove da madrugada o sol já estava esquentando a cama e despertando o espírito que há tempos eu tentava acordar. A soneca que costumava ser ativada no mínimo três vezes antes de levantar nem foi utilizada desta vez. Pulei da cama como quem tinha um grande encontro no fim da tarde e corri para o banho. Ainda não inventaram nada melhor que uma boa chuveirada pra espantar alguns fantasmas que insistem em te seguir.
Tudo limpo, agora é hora da faxina, som no último volume, janela aberta. Começo pelo computador; apago conversas, fotos, alguns trabalhos inúteis da faculdade, umas ilustrações que nem se fosse pra agradar, minha mãe falaria que estavam boas. Textos dos momentos de desespero, formulários, logs, cookies... Vai tudo pro lixo, o lance agora é aprender o tal do desapego.
Tô começando a gostar disso, nada como dar um limpa na vida. Opa! Olha o celular ali dando sopa, vai ser um prato cheio pra o tal desapego, e lá se vão às chamadas recebidas, as não-atendidas, as efetuadas, fotos, vídeos, lembretes... Aaaarrrggg quanta coisa! Quase me esqueço das mensagens e, como quem não quer nada resolvo dar uma olhadinha: tem mensagem que já completou aniversário, que dó! Vai demorar no mínimo mais dois anos para que outra pessoa me mande mensagens como essas e, mesmo assim, outra pessoa, outra ocasião, outras mensagens... Ah não, mensagem não! Nunca imaginei que pudesse ser tão difícil apagar uma mísera mensagem, estava tudo tão bem até agora. Se eu fosse um pouquinho mais esperto teria ido direto ao "apagar todas as mensagens", assim me poupava desse dramalhão mexicano, que querendo ou não, revive um turbilhão de coisas que estavam prestes a hibernar, e só seriam acordadas na primavera caso faltasse comida. Não tem jeito, fecho o olho e pronto, ou é agora ou nunca, e lá se foram as benditas.
Mural em ordem e os porta-retratos também, a escrivaninha um lixo só, tem papel de balinha, trident, twix, até uma tampa da fiel Vôdeckah do último esquenta. O armário está em ordem. Desde que decidi que iria ser um cara organizado, pelo menos com as roupas, minha vida ficou bem mais fácil.
Virar o colchão, alguém aí se lembra de fazer isso? Com a promessa de 2007 viro meu colchão toda semana e troco as fronhas de travesseiro dia sim, dia não. A única coisa ruim de dormir em cama de casal com quarto travesseiros é porque fica mais coisa pra lavar no fim das contas. Mas o pequeno trabalho de “jogar” tudo na máquina não paga a satisfação de ter a cama cheia, ou quase cheia. Desta vez o cesto de roupa vai ficar lotado, até umas roupas que estavam muito tempo sem usar vão junto.
Um pano no chão e o quarto já respira mais aliviado e, de certa forma eu também. Não que essa sessão de desapego vá me livrar completamente de tudo que um dia foi novo. Isso não está sendo feito para esperar algo novo ou apagar completamente tudo que passou, não por isso, só achei melhor desvincular algumas coisas para que não cutuquem algumas feridas que estão ansiosas para serem cicatrizadas.
Vou me desprender porque eu sei que elas são fáceis de serem encontradas, ainda mais quando todas as peças e os botões sempre estiveram ali, no lugar de sempre, com um toque tudo viria à tona.
Quero estar novo, zerado, como aquele computador que você acabou de comprar na loja, sem vícios, sem spywares, para quem sabe um dia instalarem um programa que comece a rodar novamente tudo que um dia foi bom, e para que um novo ciclo gostoso e torturante comece novamente.

Warley Vieira

Thursday, June 21, 2007

Belle Époque

Diferente de seus contemporâneos Manet, Degas, Claude Monet, Renoir, entre outros, Loutrec utilizou a noite parisiense como fonte de sua inspiração; ele percorreu os submundos de Paris figurando a realidade da vida boêmia em seus quadros, cenas de bordel bem provocativas, figura de mulheres da noite, entre elas as artistas de cabaré, contrariando o que construíram parte da identidade atribuída a Paris.

Os traços de Loutrec são divinos (!) assemelham-se muito a caricaturas encontradas tipicamente nos jornais da época, e a tinta utilizada parece ser absorvida pelo papel de uma forma que parece ter sido pintada com hidrocor e giz de cera; e as pinceladas impressionistas contrastadas com as fontes cunhadas pela litografia, amazing!.

“Louis Pascal”, um dos meus preferidos, foi pintado por Loutrec de costas, dizem as boas línguas que marcou o início do conceito de pose. Qeria ele figurar o conceito de pose explanado por Roland Barthes em O Óbvio e o Obtuso, fazendo a pose -antes intencional- passar agora por figuração do acaso?

Apesar de encantador e de suas pinturas fugirem dos outros conceitos impressionistas, expondo claramente a vida noturna de Paris com toda sua luxúria, boêmios, prostitutas, dançarinas e frequentadores da mais alta classe parisiense (Ui!), a exposição deixa muito a desejar; no mínimo deveria trazer seu primeiro cartaz (affiche), que desenhou para anunciar a abertura do Moulin Rouge, ia ser o máximo! Além disso, achei a exposição pobre, não valorizou o artista, que tem tantas curiosidades a serem ditas, mas não havia nenhuma informação sobre ele, sobre sua vida, não recebi nenhum folheto, encarte, nada! Tive que me contentar com uma pequena descrição dos quadros. Quem chega ali para ver, mal fica sabendo do que tratam suas pinturas e o que ele quer representar. Um desperdício.

Vocês foram ao MASP recentemente? Ele está realmente precisando de uma reforma! Sem contar a exposição de Darwim. O que é aquilo? Báh! Vergonhoso!

Warley Vieira

Wednesday, June 20, 2007

Balanço

Cumbica , 30 decolagens estavam atrasadas.
Congonhas, 15 aterrissagens e sete decolagens estavam com atraso.

Vou sair de congonhas e fazer conexão em brasília.
Isso é bom ou ruim?! Acho que péssimo!
Ninguém merece poltrona de aeroporto!

E sabe o que me irrita? Todo mundo tá conformado com isso, até eu!

tsc tsc tsc.

Welcome to Brazil!
Mereço!

Tuesday, June 05, 2007

Devaneios, Desejos

Que inventem a cura para essa dor
Que retirem sem dó tudo o que está preso.
Que invetem algo novo, que me faça sair daqui.
Que a vontade de largar tudo seja passageira.
Que todos esses dias de saudade diminuam.
Que o medo que me assola seja sanado com sua presença.
Que o amor que eu sinto nunca seja substituído ou apagado.
Que você continue sempre por perto, mesmo distante.
Que todos os desejos se tornem realidade.

Warley Vieira

Sunday, April 08, 2007

Bipolar


Qual o próximo passo, a loucura?
Tudo fora de lugar, começando pelas idéias. Tenho ficado cada dia mais impaciente, displicente, relapso, bipolar. Se esses são os sinais de loucura acho que a próxima parada é a terra do nunca. Sinceramente não sei como explicar ou resolver as coisas, as emoções vão mudando com a mesma intensidade que as idéias vão surgindo.
Enlouquecedor.
A única coisa que eu queria era poder entender o que se passa, só isso já faria com que me sentisse um pouco melhor.

Warley Vieira

Saturday, March 10, 2007

Arrg!

O capuccino não tranquiliza como nas outras noites, minha cama nao se ajusta ao corpo, o que toca no dial é para ouvir com você.
Impossível dormir sozinho, já tentei de tudo.
Como eu poderia saber que junto com a tempestade das dezesseis ia chegar esse frio? Se eu fosse esperto, teria dormido antes ou preparado tudo para que eu não corresse risco algum de acordar.
A noite que custuma ser refúgio para a distância se transformou em campo de concentração, fria, vazia, silenciosa, um desassossego da dor -consigo enganá-la todos os dias antes de dormir, menos hoje.
Que nesses próximos dias inventem chuva sem frio e noite sem solidão.
Arg! Duas semanas é tempo suficiente para enlouquecer alguém.

Warley Vieira

Thursday, December 21, 2006

Mais do mesmo

Olhe nos meus olhos, o que você vê? Não só a cor, olhe dentro de mim.
Simplesmente, não quero ser nada além do que eu tenho tentado ser, estou cansado de olhar e pensar no que fazer ou quem devo ser. Na verdade, você não precisa se preocupar em ser errado ou estar errado.

Não pretendo ser assim, tão estranho, apenas um pouco verbal. Há tempos não existem explosões aqui, e assim, vai ficar até que eu me canse.
Nada incomun, nada de reviravoltas, apenas lifestyle, viver mais, sorrir mais, abraçar mais, se preocupar menos...
Solitariamente colocar a valsa em minhas mãos, ouvir sonetos e o som do eco -inérte, imóvel, ileso, intácto, intácto, intácto.
O que eu quero disto é aprender a me desprender. Não, não de você, de tudo que é incômodo.
As preocupações já foram apanhadas e os poucos começaram a se desfazer desde que as explosões terminaram.
O que eu quero disto é aprender a viver mais, ouvir o necessário, discutir o imprescindível. Isso tudo é por não querer ser nada além do que tenho tentado ser.

Warley Vieira

Tuesday, December 19, 2006

Sonhos Reversos

Olhará para a cama e logo deitará.
Cobrirá a cabeça para descansar um pouco.
Em seus sonhos, você acreditará no amor - mesmo vivendo o ódio, cantará a felicidade, mesmo compondo a maior das dores, dançará boleros de amor, mesmo querendo tangos mortais, ouvirá o som dos pássaros, mesmo cativando corvos, buscará a união, mesmo desejando a morte, festejará o dia, mesmo vivendo nas trevas, sonhará com o novo, mesmo vivendo o velho.
Neles, também existirão motivos para forçar um sorriso, esconder o que está sentindo -você já faz isso ha um tempo.
Não, não espere por alguém que possa levar a sua dor embora, não espere pela flor na janela ou o sol do amanhecer, sinta sua alma, ouça seu coração, ouça sua metade, porque quando não há alguém para ouvir, aí sim, você deve ter medo.

Warley Vieira